Desventuras em série
- contatofbrilhar
- 22 de mai. de 2017
- 3 min de leitura

Segunda feira, dia de todo mundo ter preguiça... Que tal assistir uma maratona de séries? Hoje vim trazer uma série que eu to louca para assistir e pode ter certeza de que quando eu assistir venho aqui dizer o que eu achei! Espero que gostem.. Segue lá no insta @fazbrilhar estou sempre postando umas coisas por lá !
A Series of Unfortunate Events (Desventuras em Série (título no Brasil) ou Uma Série de Desgraças (título em Portugal)) é uma série de treze livros escrita por Lemony Snicket, pseudônimo do autor Daniel Handler, e ilustrada por Brett Helquist.
O autor da série, Daniel Handler, disse em entrevista para a revista virtual The A.V. Club que ele decidiu escrever uma história para crianças quando procurava por um editor para seu primeiro romance, The Basic Eight. Uma das editoras, HarperCollins, não aceitou o romance, mas os editores se interessaram em que ele escrevesse um livro infantil. Handler inicialmente achou uma péssima ideia, mas se encontrou com eles para discutir o livro. Eles o desafiaram a escrever o livro que gostaria de poder ter lido quando tinha 10 anos. Ele então retocou um manuscrito que tinha para um livro gótico jocoso para adultos, que se tornou um "romance gótico sobre crianças crescendo em situações terríveis", um conceito que agradou aos editores, para a surpresa de Handler. O primeiro livro da série foi The Bad Beginning, lançado em 30 de setembro de 1999.
A série narra as aventuras de três irmãos muito inteligentes, os órfãos Baudelaire. Violet Baudelaire, a mais velha, é uma inventora e tem quatorze anos quando a série se inicia; Klaus Baudelaire, o irmão do meio, é um grande leitor e tem doze anos no começo da trama; e Sunny Baudelaire, a caçula, é uma menininha de três anos que gosta de morder objetos e fala em uma linguagem compreensível apenas para seus irmãos (sua fala vai se desenvolvendo ao longo da série). A história parte do momento em que as crianças são informadas de que seus pais faleceram em um terrível incêndio que ocorreu em sua mansão, destruindo-a. No primeiro livro, as crianças vão viver sob tutela de um primo distante, o Conde Olaf, um homem terrível e pouco higiênico que tenta roubar a enorme fortuna que seus pais lhes deixaram.
Em cada livro as crianças são levadas a um novo tutor excêntrico; o Conde Olaf sempre os acha onde quer que estejam, aparecendo em disfarces ridículos com um plano diferente para roubar a fortuna das crianças. Aparentemente, os únicos que não são enganados pelos disfarces são os Baudelaire. A série segue nesse formato até o sétimo livro, quando os papéis são trocados, e do livro oitavo ao duodécimo as próprias crianças usam disfarces e são perseguidas pela polícia, após serem falsamente incriminadas pelo Conde Olaf.

A partir do quinto livro da série as crianças vão descobrindo o segredo que envolve suas vidas e a vida e morte de seus pais. Neste livro, as crianças são enviadas a um internato, onde conhecem os irmãos Quagmire, que também perderam os pais e um irmão em um incêndio. Nos próximos livros as crianças vão compreender que os incêndios não foram mera coincidência, e eventualmente descobrem que seus pais faziam parte de uma organização, a C.S.C., junto com vários de seus guardiões.
Os irmãos são perseguidos pelo infortúnio aonde vão, mas ocasionalmente algo bom lhes acontece, e eles frequentemente encontram pessoas boas e bem-intencionadas. No fim os Baudelaire têm de contar com suas forças e um com o outro para desvendar o mistério e finalmente encontrar um lugar que possam chamar de lar.
Cada um dos irmãos tem um dom distintivo que os ajuda frequentemente em situações difíceis. Violet sempre cria invenções para ajudá-los, Klaus sempre fornece informações de livros, e Sunny tem dentes afiados que podem morder qualquer coisa. Nos livros finais, Sunny aprende a cozinhar à medida que começa a desenvolver dentes normais, e cozinhar se torna sua habilidade principal. Sunny originalmente falava em palavras únicas, que por vezes continham indicação do significado, faziam referências culturais (no décimo livro, ela diz "Matahari", o que é traduzido como "Se eu ficar, posso espiá-los e descobrir."), ou eram de outras línguas ("Shalom" ou "Sayonara"), mas eventualmente ela aprende a falar em frases completas.

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